Para o Fee Fixo: o modelo onde transparência e resultado caminham juntos — sem comissões, sem metas.
Incentivos desalinhados e conflitos de interesse podem gerar custos elevados e retornos abaixo do potencial — descubra se sua carteira está entre as que correm esses riscos.
Comecei minha carreira em meio a um cenário de juros baixos e euforia de mercado. Em 2020, as manchetes eram claras: "A renda fixa acabou no Brasil." Eu também acreditei nisso.
Com os juros em mínimas históricas, investidores buscavam retornos maiores em ativos alternativos — e certos produtos eram fortemente incentivados no mercado. Mas o mercado segue suas próprias regras. A inflação acelerou, os juros subiram. E esses ativos mostraram sua fragilidade: carteiras com baixa liquidez, travadas em taxas baixas, renda variável caindo mês a mês.
Os produtos mudaram. As teses foram renovadas. O mercado seguiu em frente. Mas percebi que o ciclo se repetiria: sempre haverá o produto do momento — com uma narrativa quase irrefutável, até o próximo ciclo começar.
Foi então que busquei entender como as maiores empresas de aconselhamento financeiro independente do mundo atuavam. A resposta era consistente: método, estratégia e total alinhamento com o objetivo do cliente.
Por isso decidi focar no modelo de Fee Fixo — uma estrutura já consolidada internacionalmente que me permite atuar com autonomia, transparência e foco total na estratégia de cada cliente. Porque no final, o jogo não é sobre o produto da moda. É sobre ter a certeza de que quem te orienta joga do mesmo lado que você.
"Minha missão é construir o patrimônio dos meus clientes como se fosse o meu. Isso só é possível quando nossos interesses são completamente alinhados."
Se você identificou algum desses sinais na sua carteira, o próximo passo é simples: uma conversa de 30 minutos, sem compromisso, para entender sua situação.
📅 Agendar minha conversa gratuitaQuatro etapas inspiradas nas melhores práticas de gestão patrimonial global — aplicadas ao contexto e aos objetivos do investidor brasileiro.
Mapeamento completo da situação atual — risco real, custo oculto e eficiência da alocação existente. A base para toda a estratégia.
Estruturação dos objetivos no tempo — renda passiva, sucessão, proteção familiar. Inspirado nas práticas de goal-based investing utilizadas por family offices.
Carteira estruturada em quatro camadas com função específica: Liquidez e Proteção, Renda Fixa, Renda Variável e Ativos Alternativos. Modelo inspirado nas estratégias de Asset Bucket e Risk Parity utilizadas pelos maiores family offices internacionais — adaptado à realidade do investidor brasileiro.
Revisões periódicas, rebalanceamento estratégico e relatórios de performance. Um acompanhamento estruturado como o que os grandes escritórios de patrimônio oferecem — agora acessível para patrimônios a partir de R$ 300 mil.
Taxa fixa sobre o patrimônio sob gestão — decrescente conforme o volume — e cashback das comissões geradas ao escritório — com exceção de alguns instrumentos específicos como derivativos. Você paga pelo serviço e parte do que o escritório recebe retorna para o seu patrimônio.
No modelo Fee Fixo, toda comissão que seus investimentos geram ao escritório é devolvida ao investidor. Na prática, você elimina a camada de incentivo cruzado e paga apenas a taxa de serviço.
Patrimônio sob gestão a partir de R$ 300 mil. Taxa calculada sobre o volume total e descontada diretamente da conta BTG.
Sem taxa de performance, sem taxa de entrada. O modelo prevê carência de 6 meses — período necessário para estruturar e executar o planejamento patrimonial com qualidade. Após esse período, a continuidade se sustenta pelo resultado.
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